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Puma GTB: Série 1 abusa da agressividade

Puma GTB

Agressividade. Potência. Estilo. Os GTB da primeira geração – raríssimos, por sinal – não passam despercebidos pela rua. O desenho da carroceria lembra a silhueta de um muscle car, enquanto que o som rouco do escapamento denuncia que ali embaixo existe algo a ser notado.

4.1

VÍDEO

Imagine então um exemplar na cor preta, com belíssimas rodas de 15 polegadas, jeito de poucos amigos e que seja conhecido pela alcunha de “Bandida”. Ah, isso sem falar do ronco do motor de seis cilindros, de 4,1 litros e potência na casa dos 170 cv brutos.
Álvaro Romero, o homem atrás do volante, me contou que o estado do carro quando foi comprado estava longe de dar alegrias ao dono. “O veículo veio todo desmontado, só tinha carroceria, portas, motor, câmbio e suspensão (tudo fora do carro). Fiquei dois anos restaurando. Ele foi todinho montado, o chassi jateado e pintado, refeita toda a fibra. No processo de pintura foi aplicado o fundo PU e pintura metálica. Na montagem foram utilizados somente parafusos em aço inox”, revela.
E tem mais. “Após dois anos de preparação e montagem da mecânica, pintura e detalhes (os detalhes para manter as características de originalidade foram garimpados durante esse período), entrei no processo de tapeçaria, com todo o interior em couro e carpete cabelo de nego”, ressalta.
As rodas, por sua vez, seguem o desenho original e, como foi dito logo acima, agora são de 15 polegadas. “Mandei fazer as talas de 10” na traseira e 8” na dianteira. Optei por usar pneus Cooper Cobra, 295 na traseira e 235 na dianteira”, enfatiza.
Sobre o estilo, também cabem algumas palavras. “È um modelo bastante interessante, pois chama demais a atenção por onde passa, sou sempre parado e questionado quanto ao carro e sempre tenho que descrever um pouco da sua história. O GTB S1 é um ícone da indústria automotiva nacional, por possuir um desenho que na época era bastante ousado”, conta.
Sobre os cuidados com a máquina: “Uso apenas gasolina normal, sempre procurando manter as boas condições de uso do veículo quanto a sua manutenção (embora muito simples). A única dica que posso dar é de ter sempre muito carinho com o carro e ser apaixonado por ele”, finaliza.

Deixo um agradecimento especial ao Felipe Nicoliello, do excelente Puma Classic, pelo contato.

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Renato Bellote, 41, é jornalista automotivo em São Paulo e colunista do portal IG. Nesse canal traz avaliações a bordo de clássicos, superesportivos, picapes e modelos atuais do mercado.

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6 comentários em “Puma GTB: Série 1 abusa da agressividade Deixe um comentário

  1. De fato, esta é uma espécie rara e em extinção!Bela reportagem Bellote, muito bem ilustrada, os vídeos cada vez mais show! Fantástico.Pelo relato do Álvaro Romero, para ele chegar a este estado de perfeição foi quase como \”brincar\” de LEGO, só que as peças certas que fizeram um belo 'encaixe'!Parabéns por mais estes clicks e vídeo, nesta que é uma das galerias mais completas da rede. Abraços.ALYSSON PRADO \”BALO\”

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  2. Sou apaixonado por carros antigos, principalmente os muscles americanos, não nasci na época dessa fera, mas desde que conheci esse GTB fiquei intrigado com tudo que cerca o modelo e sua história, e assim passou a ser meu alvo.

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