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BMW R60

BMW

Jóia rara. Desse modo podem ser definidos alguns veículos e motocicletas clássicas ao longo dos anos. Máquinas que se destacaram pelo estilo, desempenho ou importância histórica. É o caso da BMW R60, que teve uma produção total de pouco mais de 20 mil unidades e se converteu em um ícone da empresa.

R60

1966

Detalhe

Tradição

Estilo

A versão foi produzida ao longo de treze anos, se tornando um símbolo da marca alemã no mundo todo. Ela era equipada por um propulsor boxer refrigerado a ar, com dois cilindros, 594 cm³ de cilindrada e 30 cv brutos. A potência aliada ao baixo peso permitia uma velocidade máxima de 145 km/h. Importante destacar também a transmissão feita por eixo cardã.

Além de ser extremamente confiável, o modelo ficou famoso também pela aventura de Danny Liska, que partiu do Alasca e foi rodando com uma delas até a Terra do Fogo em 1960. A aventura se tornou um livro chamado “Two wheels to adventure”. Mais tarde ele se lançou em uma nova jornada com a amiga de duas rodas, atravessando a África de norte a sul.

Outra característica da R60 foi a grande quantidade de acessórios disponíveis. Assentos duplos mais largos ou individuais, pequenos bagageiros traseiros e side cars (como o exemplar desta matéria) transformaram-na verdadeiramente em um sucesso. Isso ajuda a explicar porque ela ocupa um lugar especial no coração de todo motociclista apaixonado por raridades.

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Renato Bellote, 41, é jornalista automotivo em São Paulo e colunista do portal IG. Nesse canal traz avaliações a bordo de clássicos, superesportivos, picapes e modelos atuais do mercado.

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7 comentários em “BMW R60 Deixe um comentário

  1. Lindona!Não gosto de motos, mas essa é um caso especial. Lembro sempre do meu pai dizendo na época que a BMW era a única moto com eixo cardã. E lembro também do Jô Soares com uma branca nos bons tempos da rua Augusta.

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  2. Essa moto era muito boa, mas lenta e sem freios, na época era moto de velhos que não enrolavam o cabo, podem reparar que a suspensão dianteira é a chamada forquilha Earles, a roda da frente vai para trás nas freadas, levanta a moto e fica quicando, é assustadora em freadas rápidas, ainda bem que a panela e o acionamento não eram dos melhores, usavam um cabo fino que acabava esticando e alavancas indeficientes de proposito.Tive uma versão dela mais potente, a R69S, usava um comando bravo, carburadores Bing maiores e evidentemente umas merdas maiores também, vazavam mais, avanço manual e queimava bem apenas com gasolina azul ou avigás. Ninguem queria as R69S, não eram consideradas pelos amantes da marca por não terem marcha lenta e exigirem o uso do avanço manual para regular o ponto e não bater pino. O pessoal das BMWs gostava de por um lápis de pé em cima da tampa do tanque e o lápis ficar equilibrado em marcha lenta. Mal sabiam eles que uma R69S vale uma fortuna hoje. A minha mandei pintar de vermelho com frisinhos brancos para escandalizar a velharada, aos 20 tudo é permitido e compreendido, a velharada acabou me adotando como o enfant gaté da turma.Acho que elas foram fabricadas mais de 13 anos, iniciaram em 1955 até 1969.

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  3. Já tive o privilégio de pilotar uma, achei uma graça, é muito interessante, a suspenção dianteira não mergulha, mas é de arquitetura antiquada… lí também em algum lugar, que 70% das motos BMW produzidas até hoje ainda estão na ativa.

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  4. Olá amigos,.Confira está semana no Programa Curva do S do Canal Speed Channel a reportagem que realizei sobre o Drift, uma modalidade recém chegada ao Brasil. O Speed Channel é o canal 28 da TV Sky..O Curva esta semana vai ao ar na quarta ás 19 e 23 horas com as seguintes reprises:.Quinta-Feira: ás 05:00, 12:00 e 13:00Sexta-Feira: ás 18:30Sábado: ás 02:00 e 09:00.Um abraço, Fernando A. De Gennaro.

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