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Alfa Romeo GTV: paixão italiana

Uma história de paixão. Aqui no blog já contamos histórias de carros e também da relação muito especial que une os modelos a seus proprietários. E hoje chegou a vez de falar sobre mais uma delas, que tem precisamente 34 anos.

Antes disso, vale a pena conhecer o Alfa Romeo GTV. A história da marca milanesa tem mais de um século de vida, com altos e baixos, mas mantendo sempre clientes e fãs ardorosos em todo esse tempo. Os alfisti ajudam a contar a trajetória da empresa.
O clássico da matéria é um GTV 1974. Os quatro faróis na dianteira são característicos da versão e dão uma identidade amplamente reconhecida no meio antigomobilista. O desenho do Estúdio Bertone casou perfeitamente com a proposta esportiva do modelo.
Debaixo do capô temos um motor todo de alumínio, com quatro cilindros, 2.0 litros e 150 cv. O desempenho chega a ser estimulante pra época. Além disso, ele traz a transmissão manual de cinco marchas e freios a disco nas quatro rodas. Isso sem falar do ronco único.
Guiar a macchina é sempre uma experiência interessante. O giro sobe no mostrador localizado na parte esquerda e estimula uma tocada mais esportiva. As trocas são feitas no câmbio em posição mais alta e o cuore sportivo ronca forte.
Mas como disse no começo, este exemplar pertence ao colecionador Edson Ruas Perez Filho há mais de três décadas. O clássico ficou parado por doze anos e voltou à vida pelas mãos do conhecido Oswaldo de Barros, uma lenda viva em se tratando de carros da marca italiana.

Na próxima semana daremos uma volta a bordo de um SUV de respeito. Aguardem!

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Garagem do Bellote Ver tudo

Renato Bellote, 41, é jornalista automotivo em São Paulo e colunista do portal IG. Nesse canal traz avaliações a bordo de clássicos, superesportivos, picapes e modelos atuais do mercado.

Garagem do Bellote TV: paixão por carros!

Imagens protegidas pela Lei de Direitos Autorais (Nº 9610/98)

3 comentários em “Alfa Romeo GTV: paixão italiana Deixe um comentário

  1. Lembrando que esse pequeno esportivo de apenas 4 cil e 2,0litros deixava facilmente para trás os big-dogs brasileiros.. Maverick V8 , Dart R/T , GM250-S : ficavam todos na saudades em linha reta e há anos-luz de distancia numa estrada cheia de curvas…

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