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Dodge Challenger R/T

Dodge Challenger R/T

O filme “Corrida contra o destino” (Vanishing Point), de 1971, é um daqueles indispensáveis para todos os apreciadores de muscle cars. No longa, Kowalsky, “o último herói americano” (quem assistiu sabe o motivo) cruza os Estados Unidos para cumprir uma aposta audaciosa. Vale a pena assisti-lo e entender um pouco da filosofia de vida da época e a aparente falta de preocupação com o futuro.

1970

Dash

383 V8

Bocal

Sigla mágica

Muscle

Rallye

VÍDEO

No remake, de 1997, o ideal muda um pouco, mas o personagem principal – na verdade, um Dodge Challenger R/T – enfeitiça os espectadores da mesma forma. O ponto máximo da película acontece quando um xerife local decide usar a mesma “arma” para enfrentar o mocinho. Os fãs vão à loucura com a frase: “só um Mopar pode pegar outro Mopar”. Sacaram? Por isso ele é imperdível.

Voltando a São Paulo, o belíssimo exemplar na cor Hemi Orange também chama a atenção por onde passa e atrai olhares de todos os lados. O proprietário Maurício adquiriu a máquina em um leilão da Receita Federal em janeiro deste ano. A história o leitor acompanha a seguir.

“Ele tem uma história um pouco incomum, pois foi a leilão – por motivos que eu desconheço. O que acontece é que eu fiquei sabendo através de amigos e fui participar sem muita esperança”, conta. “Chegando lá ficamos só eu e meu irmão à espera do lote e, no final, deu tudo certo e acabei arrematando o carro que, para mim, era um sonho que consegui realizar”, enfatiza.

Pouca coisa precisou ser feita para deixá-lo 100%. “Apenas um polimento geral, troca das capas dos bancos e também do carpete”, revela. O motor de 383 pol³, com aproximadamente 330 cv emite um ronco quase indescritível. Some-se a ele o painel “rallye” e terá uma combinação perfeita (agora eu sei porque o Kowalsky do filme não tinha pressa em sair do carro).

Pra fechar, o Maurício, que possui mais dois Dodges, ainda me contou que o bólido fica coberto com uma capa de algodão. Na hora de sair, basta um pano úmido e pronto! É só acelerar e devorar o asfalto. E isso, prezado leitor, esse Challenger faz com gosto.

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Renato Bellote, 41, é jornalista automotivo em São Paulo e colunista do portal IG. Nesse canal traz avaliações a bordo de clássicos, superesportivos, picapes e modelos atuais do mercado.

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Imagens protegidas pela Lei de Direitos Autorais (Nº 9610/98)

12 comentários em “Dodge Challenger R/T Deixe um comentário

  1. Você uniu o últil, a reportagem do Ford Maverick abaixo, ao agradável, a do Dodge Charger acima. Dois dos grandes exemplos de Muscle-cars, tanto dentro quanto fora do país.PS: AH! QUANTO AO ASTON MARTIN RAPIDE, A IDÉIA É JUSTAMENTE DESBANCAR O PANAMERA TANTO EM VENDAS QUANTO EM VELOCIDADE.Abraços!

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  2. Eu estava procurando um à venda pelo google e adivinha, acabei de encontralo, sei q é o mesmo pois as fotos são as mesmas.Adoro esse carro e gostaria muito de compralo exatamente por conta do filme citado acima, amo muscle-cars de paixão e principalmente o dodge challenger 1970 HEMI.Fico triste por saber q este ja foi comprado e ao mesmo tempo feliz pelo novo proprietario, espero que ele trate bem este lindo \”Bebe\”.

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  3. Pessoal, o foda é vc ver isso e perseber q esta acodado , e vc naum tem ele nas mãos , queria estar acordado com esse na boleia desse dodge , esse é meu sonho de volante , assim como ja dei pau em um maverik 8cc turbo … sem comentarios

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  4. Bem quando estava lendo a reportagem lembrei vagamente do filme, ainda bem que foi citado o nome \”Corrida contra o destino\”, pois daria inicio a uma busca incessante.

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  5. O motor Hemi foi usado por Cunningham ja em 1951, tinha 300 cavalos contra os 200 cavalos de Jaguar. Os caros Americanos em geral eram mais pesados, não tinha freio a disco e não existia pneu para 300 hp ou carros pesados. Nos anos 1970, Mickey Thompson fabricou, pela primeira vez, pneus para resistirem carros de potência alta. Até então, os carros leves e com pouca potência tinha toda vantagem. Os Cunninghams e outros carros Americanos também enfrentaram o problema do pneu sair do aro. Leiam sobre a lenda do Silver Bullet, de Chicago, dos anos '60 e sobre os motores de Lindamood. O meu Dodge Magnum, não aceita a 2a marca a 100kph, pois começa patinar perigosamente por falta de aderência. Tem como corrigir êste problema, se eu tiver tempo. Aproveitando, tenho bomba de agua Mopar para os Challengers.

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  6. Meu sonho é ter um carro desse, mas o preço é salgado hein, aqui achei um, tava destruído, sem motor, caindo os pedaços e estavam pedindo 29 mil reais, ai fica complicado!

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