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Chevrolet D10: sinônimo de trabalho

Quando se fala em picapes a Chevrolet é lembrada quase que instantaneamente. E não é para menos. No ano passado a marca completou o primeiro século de vida dos utilitários na linha. Inicialmente derivados dos automóveis de passeio logo mostraram a necessidade que existia no mercado por algo mais robusto.

No Brasil a história de picapes da marca começou com o modelo 3100, em 1958, conhecido por aqui como Chevrolet Brasil. Nada mais justo, afinal em nosso país a gigante norte-americana também escreveria um capítulo importante de sua história nesse terreno bastante difícil, literalmente falando.

A linha 10 fez sua estreia com a icônica C10, versão de trabalho inicialmente e que aos poucos foi recebendo alguns equipamentos para aumentar o conforto e agradar aos novos nichos de compradores que passaram a buscar opções no segmento. Vale destacar também a C14 e a versão com caçamba longa.

O diesel fez sua estreia e logo passou a estrear uma nova sigla na gama de opções: D10. Talvez por causa do conjunto de fatores, entre eles a aparência bojuda e a força do motor Perkins, a versão se tornou um ícone entre os apaixonados por picapes e um grande sucesso de vendas.

Naquela época a Chevrolet tinha apenas uma concorrente igualmente de peso: a F1000. Contarei a história dela em detalhes em uma matéria própria. Mas vale ressaltar que suas diferenças eram grandes, desde o desenho até o motor diesel, e ambas protagonizaram uma das melhores rivalidades da história do segmento.

Falando em motores sob o capô a D10 trazia o resistente Perkins de 3,9 litros, 82 cv e 25,6 kgfm de torque. Vale lembrar que essa foi a era pré-turbo e que seria substituída pela D20, aspirada ou com turbo, que também se tornaria importante na história da marca.

Dirigindo notamos uma diferença acentuada em relação às picapes atuais. Os engates exigem objetividade do motorista e logo se nota que a principal vocação do modelo era mesmo o trabalho. De qualquer modo foi uma experiência única para um apaixonado por picapes como eu. Na semana que vem vamos conhecer a F1000. Até lá!

Garagem do Bellote Ver tudo

Renato Bellote, 41, é jornalista automotivo em São Paulo e colunista do portal IG. Nesse canal traz avaliações a bordo de clássicos, superesportivos, picapes e modelos atuais do mercado.

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