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Yamaha TX 650

Yamaha

“Não importa a cilindrada, o que importa é o espírito”. Essa frase pode ser encontrada em vários sites dedicados à vida em duas rodas e faz todo sentido quando a idéia é enaltecer a sensação de liberdade. Após algum tempo outra motocicletas volta a ser destaque no blog. Vamos conhecê-la de perto.

TX

650

Detalhe

VÍDEO

A Yamaha TX 650 fez sucesso na década de 70 e marcou época por aqui, se tornando um objeto de desejo da molecada. Ela simbolizou o início da era dos motores de quatro tempos da marca japonesa no país, que havia se consolidado com modelos de dois tempos, como a RD 350.

Para isso trazia um motor de dois cilindros, 653 cm³ de cilindrada e 53 cv brutos. Além disso, câmbio de cinco marchas e, segundo os especialistas, ótima dirigibilidade. Não demorou para que se tornasse um grande sucesso e ocupasse um lugar especial na garagem e no coração dos fãs, até mesmo após 36 anos de vida.

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Renato Bellote, 41, é jornalista automotivo em São Paulo e colunista do portal IG. Nesse canal traz avaliações a bordo de clássicos, superesportivos, picapes e modelos atuais do mercado.

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7 comentários em “Yamaha TX 650 Deixe um comentário

  1. O único \”defeito\” é que o motor vibrava muito. Uma volta no quarteirão e o saco saia dormente! Mas era um \”motão\”. a posição de dirigir era perfeita e só não fez mais sucesso, porque a concorrente direta era a Sete Galo…

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  2. Boas lembranças, mas doloridas. Tive uma dessas e tinha uma comprensão no pedal do \”KIKI\” que era de matar. Lascou meu tornozelo. E as viuvas negras tb. quase fui pro chão descendo a serra da terrinha. O que largava de frente era absurdo e tinha uma potência da porra. Derivada das TZ…valeu pelas lembranças Bellote!

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  3. Tive duas TX nos anos 70 uma XSF1 ano 72 amarela e branca e outra TX 650 B ano 75 cor prata.Tenho fotos delas aquí no meu baú da memória,e tenho ótimas recordações e outras não tão boas…Uma vez tirando um racha com várias outras motos durante a madruga,tomei um chão brabo na Rua Augusta e a moto pegou fogo(aTX 75).Depois disso a moto foi trasformada na oficina do Sid Moscae seu filho Alan e mum monstro sagrado com direito à escamas e efeitos visuais psicodélicos,gastei uma pequena fortuna no brinquedo mais valeu cada centavo.Depois de alguns anos troquei ela num Belair 57 verde e branco,mais aí é outra história…

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  4. Mais um belo trabalho de preservação histórica em duas rodas.Não sou especialista em motos, mas até que eu teria curiosidade de conhecer a árvore genealógica das Yamahas – pois não coneço os códigos dos tipos – TX, RD e assim por diante.Parabéns por mais esta moto preservada,Alexander

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  5. Tive três, todas elas 1975 e todas verdes. Conheci a TX no dia em que estava estreando minha primeira moto (uma R5F 350 1971). Naquele dia disse: é aquela que eu quero; meses depois lá estava eu na TX. Que ronco! Só tive problema na partida elétrica. Grandes viagens!Abraços!

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